Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

208ª Conversa - Passado mais um mês...

O final de Agosto e primeira quinzena de Setembro foram recheadas... recheadas de momentos, histórias, situações por contar. Mas como a minha vida não dava um livro, não as contarei por aqui... Talvez um resumo:


1 - Procura de Editora para o meu primeiro livro;

2 - Férias (onde se inclui andar a cavalo - um projecto que eu tinha);

3 - Início do curso de Guionismo;

4 - Voltei às sessões de fotografia a festas de crianças;

5 - Recomecei a escrever a minha segunda história.


Enfim... um mês positivo!

Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011

207ª Conversa - Um mês depois..

... da ultima conversa por aqui, volto a escrever. Foi um mês de aproximação à Rute, sim, passado tanto tempo ainda nos conseguimos aproximar mais. Mudámos o nosso cumprimento habitual à chegada e à saida, telefonei-lhe uma vez apenas para ser a primeira e para a segunda não custar tanto, dei-lhe a "história desenvolvida" que andava a escrever... Mas acho que a maior diferença neste tempo todo foi a forma de abordarmos os assuntos... Agora ela dá-se "quase" ao luxo de introduzir um tema (talvez esteja a exagerar mas eu já sei como é que ela o faz) e eu dou-me ao luxo de a questionar para saber mesmo o seu ponto de vista. Não, já não me chega que ela me oriente... quero saber e não me escapa sem me dar uma resposta... :)


Foi um mês e tanto... a semana passada não fui, mas logo lá estarei no sitio do costume, à hora do costume.

Terça-feira, 19 de Julho de 2011

206ª Conversa - Espero ansiosamente...

... pela próxima sessão. Acho que há já bastante tempo que não esperava, ansiava pela próxima sessão, como esta semana.


E nunca mais passa!

Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

205ª Conversa - Aceitação...

A educação e o meio em que estamos inseridos influencia a aceitação de determinados estares e pormenores. Quando isso acontece, temos que fazer um trabalho diferente: a aceitação de uma evolução de valores e de perspectivas.




... e aí o processo é mais lento...


mas inevitável!

Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

204ª Conversa - A frase do dia

"Existem pequenos gestos que conseguem derrubar grandes muralhas".


Hoje foi quebrada a barreira que (ainda) existia entre mim e Rute. Sei que a partir de hoje as coisas vão mudar... Eu sei que vão.


(Só falta um pormenor, mas esta semana surprendê-la-ei e aí a nossa relação de confiança terá a sua plenitude)

Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

203ª Conversa - A história

No dia 25 de Julho do ano passado fui ao cinema ao Oeirasparque. Por lá vi uma cena quotidiana no meio de tanta confusão que há num centro comercial. No mesmo momento, as palavras, as perguntas saltaram-me à vista e um filme desenrolou-se em mim. Peguei no telemóvel e escrevi algumas linhas que tenho ate hoje. Essas poucas linhas, em onze meses transformaram-se quase 50mil palavras.



Um objectivo atingido, segue o próximo.


(mais que um objectivo, uma conquista)

Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

202ª Conversa - O ser ou não ser...

... é sempre a questão, não é?

Segunda-feira, 4 de Julho de 2011

201ª Conversa - Há muito...

... que não escrevia aqui, mas não é sinal que não tenha continuado o meu caminho, o meu percurso. Pelo contrário... tenho-o continuado e de uma forma mais analitica e quase formal. Fez-me bem a postura de trabalho interno e externo, tendo conseguir desenvolver muito mais e mais rápido. Talvez essa tenha sido uma das coisas que me limitou a escrita por aqui: os assuntos eram muito mais pessoais, levado aos mais infimos pormenores mas ao mesmo tempo muito grandes para serem descritos em poucas palavras ou de forma desentendida.

Mas enfim... estou de volta e com grandes novidades... em breve por aqui.

Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

200ª Conversa - Como me vejo...

Na sequência do encontro da amiga que descrevi no post anterior, escrevi-lhe um email para colocar a "conversa em dia", tentando resumir o que foram estes quase 16 anos. Custou-me um pouco fazê-lo, mas seguiu. Antes de ontem li-o à Rute, tentando explicar que estava de alguma forma "condicionada" ao dizê-lo. Falámos das várias situações, dos vários momentos e acontecimentos. Mas ficaram muitas questões, muitos "ses", sobre a forma que me vejo. Ver-me-ei como me descrevi ou as condicionantes influênciaram? Terem uma visão correcta? E a depressão ainda está presente nas minhas palavras? Terei consciência do que realmente aconteceu ao longo do meu crescimento?

Depois de pensar um pouco sobre isso decidi escrever uma mesma carta mas desta vez para a Rute. Daqui a uns meses, irei fazê-lo de novo e verei as diferenças... Quando diferenças significa crescimento!

Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

199ª Conversa - Era...

Era uma criança insegura de 12 anos - lá tinha os meus motivos! Tinha bons amigos e no grupo achavamo-nos os maiores, os melhores como se alguém nos tivesse elegido com os "acima da média" - assim nos chamávamos. De alguma forma destoava do grupo, não me achava acima de ninguém e tinha amigos nos outros grupos que eram tratados, por alguns, como inferiores ou não merecedores de atenção, respeito ou amizade.


Eu cresci, lutei... lutei muito mais do que muitos poderão imaginar... Há pouco mais de dois anos, tomei a decisão mais importante que podia ter tomado e conheci a Rute... comecei a visitá-la. Neste processo estou a tornar-me mulher, a mulher que eu queria ser: confiante e segura de mim mesma, com objectivos traçados e, um a um, atingidos.


Ontem encontrei na net, este mundo em que tudo e todos se encontram, alguém que me levou novamente a 1995, a altura dos meus 12 anos. Não, não foi voltar aos "acima da média", foi voltar à parte boa, ao conhecimento da diferença, ao respeito, à amizade que se tinha perdido. Apesar de saber que as outras pessoas também cresceram e também evoluiram, que seguiram o seu caminho e que o ponto que nos une já provavelmente não existe, fiquei com um sabor doce na boca.


Dei por mim a pensar que, depois desta transformação e crescimento interno, estou a ter a oportunidade de voltar lá atrás e exorcizar alguns fantasmas... Estando com as pessoas do passado, a Cátia do presente. E isso faz-me sentir muito bem... em paz.